MEDIAÇÃO DE CONFLITOS Oficina aborda a eficácia da prática em conflitos familiares

Membros e servidores da Defensoria foram o público-alvo

 

Em busca da promoção do diálogo, mediação de conflitos a fim dos casos serem resolvidos de forma consensual e evitar que sigam desnecessariamente para o judiciário, a Defensoria Pública do Estado, por meio do CAM (Centro de Atendimento Multidisplinar) realizou nessa sexta-feira, 03, uma oficina sobre mediação de conflitos para melhor atender os assistidos. 
A oficina de mediação, voltada para defensores e assessores jurídicos da capital e do interior, possibilitou dois momentos: teoria pela manhã e prática na parte da tarde, e ministrada pela defensora pública, Elceni Diogo, titular da Câmara de Conciliação, e pelos psicólogos do CAM, Ed Luiz Chaves, Dellyane Torres e a assistente social Adilma Cristina de Melo.
Pela manhã houve a apresentação do serviço ofertado pelo CAM, seguido de uma dinâmica de sensibilização aos participantes em relação às falhas na comunicação com o assistido. Após uma introdução sobre a teoria do conflito e métodos de resolução, de modo a compreender a atuação de um mediador encerrou a parte da manhã. Já no período vespertino houve outra dinâmica, e principalmente atividades práticas sobre o que pode ser absorvido.
“Esse treinamento é baseado na referência de modelo da Câmara de Conciliação, levando de forma vivenciada por meio de conceitos e por experiências de ser um mediador, e assim prepará-los para as atuações futuras. Uma comunicação construtiva pode provocar mudanças e solucionar de forma humanizadas”, disse a defensora.
Para Elceni, a conciliação resulta em muita economia para o Estado e para os assistidos. "Porque os processos judiciais são caros para o Estado custear, mas, por outro lado, com a conciliação o custo é bastante reduzido. Além de economizar recursos e o tempo dos assistidos, o desgaste emocional é bem menor pela possibilidade dada às partes de resolverem suas demandas de forma consensual, o que, certamente, prevenirá novos conflitos e concederá autonomia para as partes”, frisou.

ASCOM DPE

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