WORKSHOP: Servidores da Defensoria passam por atualização do sistema Solar

O sistema terá novas funcionalidades para aprimorar o atendimento

Os servidores da DPE (Defensoria Pública do Estado) participam de um workshop sobre as novas funcionalidades do Sistema Solar. O treinamento, ocorreu nessa sexta-feira, 04, coordenado pela equipe da TI (Tecnologia da Informação) da Instituição.

O objetivo da capacitação é promover qualificação dos usuários que utilizam o sistema SOLAR em suas novas funcionalidades, proporcionar troca de experiências e melhores práticas no uso do sistema, além de contribuir para melhor utilização das novas funcionalidades para minimizar erros na utilização do sistema.  

A Defensoria implantou o sistema em Maio de 2018 para fins de automatizar os procedimentos de atendimento ao assistido da instituição. O software, oriundo da DPE-TO (Defensoria Pública de Tocantins) tem se mostrado indispensável para o dia a dia dos colaboradores que prestam serviços de atendimento ao assistido, tanto no gabinete dos defensores, quanto nas recepções das unidades de atendimento.

O sistema tornou-se essencial para o atendimento da Defensoria e considerando ainda que a DPE integra a Comissão de Tecnologia do CONDEGE a qual está responsável pela coordenação de desenvolvimento colaborativo de versões evolutivas e corretivas do referido sistema. 

Durante este período de utilização, o software passou por várias atualizações na DPE-TO, as quais não foram implantadas na Defensoria de Roraima. Todavia, visando acompanhar as novas funcionalidades disponíveis, a DPE viu a necessidade de capacitar todos os usuários que utilizam as diversas funcionalidades do sistema, principalmente nas novidades em que se apresentam.

O curso será desenvolvido por meio de apresentação palestrada ministrada pelo palestrante Flávio Almeida e Larissa Santos, com intervenções por parte dos usuários.

 

ATUALIZAÇÃO: de acordo com o chefe da Divisão de Infraestrutura de TI da DPE, Flávio Almeida, a partir de agora, os módulos de recepção do Solar receberão o nome social das trans. “É possível fazer tanto o registro do nome social da pessoa, como identificação e consultas de gênero pelo nome social”, explicou.

Outro fator importante é com relação ao apoio operacional, a DPE da capital pode solicitar de uma comarca do interior uma cooperação por dentro do solar, trabalhando em conjunto no atendimento de um mesmo assistido. Outras alterações são quanto ao histórico de acessos, agora temos ciência quais as pessoas que tiveram acesso e quais assistidos foram visualizados por quais usuários, mantendo o sigilo da informação, como tembém dar maior autonomia aos chefes de gabinetes.

ASCOM RR

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