MEDULA ÓSSEA: Defensoria sensibiliza servidores e assistidos para doação de sangue

Uma equipe do Hemocentro palestrou na DPE e coletou de sangue

Dezenas de servidores e assistidos da Defensoria Pública do Estado (DPE) motivados pela equipe técnica do Hemocentro Roraima em preencher  ficha de cadastro junto ao Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). Cada potencial doador voluntário coletou 10ml de sangue para ser feito o exame de histocompatibilidade (HLA), que identifica as características das células.

Caso o resultado do exame seja positivo, a pessoa será um doador voluntário de medula óssea no cadastro nacional. A ação coordenada pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) da DPE, sendo parte do projeto da DPE ‘Sala de espera’, ocorreu na manhã dessa terça-feira, 31.

Na oportunidade, os técnicos palestraram sobre a importância da doação, devido o estoque está quase zerado para atender os pacientes internados nos hospitais.

Segundo a defensora pública-geral, Terezinha Muniz, o tema “prevenção de acidentes de trânsito e a importância da doação de sangue” são assuntos que devem ser sempre abordados, pois o índice de acidentes de trânsito continua aumentando.    

Importante ressaltar que a pessoa cadastrada pode sair do registro da Redome a qualquer momento, para isto, basta entrar em contato e fazer a solicitação de retirada.

Requisitos: Para doar, a pessoa deve estar saudável, ter idade entre 16 e 69 anos e pesar acima de 50 quilos. É necessário apresentar documento com foto durante a doação e o doador não pode estar em jejum, e nem ter ingerido alimentos gordurosos antes da doação e precisa fazer repouso mínimo de seis horas na noite anterior à doação.

A OMS, Organização Mundial da Saúde, recomenda que pelo menos 3% da população de um país sejam doadores. No Brasil, esse número é de 1,8%. O sangue do tipo “O negativo” é o que mais precisa, porque pode ser usado em todo mundo numa situação de emergência. É o doador universal.

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